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essencia

Sou filho da teimosia

Sobrinho da esperança

Casado com o amor

Sou o atrevimento em pessoa

Aquele que insiste em sorrir mesmo quando seu coração está aos cacos

Aquele que tinha tudo para não dar certo

Mas deu

Tão certo quanto a luz do sol que não se cansa de nos iluminar

Assim sou eu

Um eterno amante da vida

Um louco sob medida que na medida de sua loucura faz questão de perder a medida da vida, para não ter que perdê-la depois

Um livro julgado pela capa

As entrelinhas das linhas que reproduzem a leitura fiel de quem sou

E de quem não sou também

Sou o erro que se tornou acerto

A coragem que se amedrontou

O medo que criou coragem

Sou obra em construção

Ponte de acesso

Estrada ardilosa

Brisa suave

Amor constante

Filho de Deus.

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Sabe o que eu aprendi?

Aprendi que amor não se pede, ele simplesmente acontece

Aprendi que para pertencer a alguém, preciso me possuir primeiro

Aprendi que não sou dono de ninguém e que mais preocupado em fazer com que as pessoas queiram permanecer do meu lado, tenho que me preocupar em cuidar da minha essência, do meu caráter e do meu amadurecimento pois somente assim, estarei preparado para receber alguém em minha vida

Aprendi que sofrer é inevitável, mas aprendi também que tenho direito de escolher por que e por quem sofrer. Vale a pena cada gota de lágrima derramada se for por algo belo e nobre.

Aprendi a levar comigo somente aquilo que me ajuda a ser alguém melhor. Meus erros e minhas frustrações não poderão ser pedras em meu caminho, eles precisam ser pontes para chegar ao destino desejado. Minhas falhas se tornaram aprendizado para uma existência mais bela e digna.

Aprendi a leveza do amor, leveza essa que me faz achar beleza no amor mesmo quando ele não é correspondido, mesmo quando ele se torna inviável e mesmo quando a distancia o obriga a se manter longe.

Aprendi que a beleza da vida está nas coisas simples, como ter uma conversa despretensiosa com um amigo querido, como poder sentar a noite em frente ao mar e sentir a brisa gostosa sobre meu rosto e o som relaxante das ondas, como assistir aquele programa bobo na TV e mesmo assim conseguir rir daquela besteira, como poder sentar na calçada da minha rua e ficar vendo o movimento das pessoas chegando e saindo de suas casas, como ler um bom livro que me faz viajar por estradas antes não percorridas, como sentir a voz de Deus numa canção, numa conversa, numa reflexão e perceber o cuidado dele comigo.

Aprendi também a aceitar minha humanidade, em saber que eu não sou um super-herói que está pronto para tudo e que não tem medo de nada. Não, realmente eu estou longe dessa projeção que um dia existiu em minha mente. Vez ou outra preciso bater na porta de alguém que eu amo e pedir para me ajudar a cuidar do meu coração, pois as vezes fica difícil fazer isso sozinho.

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